
Essa é 1ª parte do primeiro capitulo do livro Barriga de trigo onde o autor faz uma apresentação do porque o trigo não é saudável.
QUE BARRIGA?
O médico que tem conhecimento científico acolhe bem o estabelecimento de um padrão de pão de forma feito em conformidade com as melhores evidências da ciência. […] Tal produto pode ser incluído em dietas tanto para pessoas enfermas como para pessoas saudáveis, com uma nítida compreensão dos efeitos que ele pode ter sobre a digestão e o crescimento.
Doutor Morris Fishbein, editor
Journal of the American Medical Association, 1932
EM SÉCULOS PASSADOS, uma barriga proeminente era uma característica dos privilegiados, um sinal de prosperidade e sucesso, um símbolo de que a pessoa não precisava limpar seus estábulos ou arar suas terras. No século atual, não é preciso arar a própria terra. Hoje, a obesidade foi democratizada. Todo o mundo pode ter um barrigão. Seu pai chamava a dele, uma barriga ainda incipiente de meados do século XX, de “barriga de cerveja”.
Mas por que a “barriga de cerveja” também é vista em mães assoberbadas de afazeres, em crianças e
na metade de seus amigos e vizinhos que não bebem cerveja? Eu a chamo de “barriga de trigo”, embora também pudesse chamar esse problema de “cabeça de pretzel”, “intestino de rosquinha” ou “cara de bolacha”, já que não há um sistema no organismo que não seja afetado pelo trigo. No entanto, o impacto do trigo na cintura das pessoas é sua característica mais visível e determinante, uma expressão externa das grotescas deformações sofridas pelos seres humanos com o consumo desse cereal.
Uma “barriga de trigo” representa a deposição de gordura resultante de anos de ingestão de alimentos que acionam a insulina, hormônio responsável pelo armazenamento de gordura. Enquanto algumas pessoas armazenam a gordura no traseiro e nas coxas, a maioria acumula
uma gordura deselegante em torno da cintura. Essa gordura “central” ou “visceral” tem características exclusivas.
Diferentemente da gordura acumulada em outras áreas do corpo, ela provoca processos inflamatórios, altera as respostas insulínicas e emite sinais metabólicos anormais para o resto do corpo. No homem que tem “barriga de trigo” e não se dá conta disso, a gordura visceral também produz estrogênio, que provoca o desenvolvimento de “seios”.
As consequências do consumo de trigo, porém, não se manifestam apenas na superfície do corpo. O trigo também pode atingir profundamente quase todos os órgãos do corpo, como os intestinos, o fígado, o coração, a glândula tireoide e até mesmo órgãos do sistema nervoso. Na realidade, praticamente não existe nenhum órgão que não seja afetado pelo trigo de algum modo potencialmente prejudicial.
Livro Barriga de Trigo - Willian Daves, pag. 12.
Livro Barriga de Trigo - Willian Daves, pag. 12.
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